Treino na Pandemia. Entenda como alguns paratletas estão se adaptando.

Em entrevista concedida a Rádio Paradesportivo, a atleta que mora na cidade de Taubaté nos contou sobre os desafios de treinar neste periodo de pandemia.

Reinventar,  tem sido ai a palavra da moda no momento. Nesse tempo de pandemia, essa palavra tem sido muito utilizada por nós, pobres mortais, sendo assim, eu bati um papo super bacana com uma atleta de Taubaté, aliás Taubaté é reduto de bons atletas, como a Aline, que já participou de diversas competições, mas não esteve na Rio2016. Conversamos sobre Tóquio, adaptações, e expectativas. Esse papo super bacana você confere aqui no Paradesportivo a partir de agora

Resumo para deficiente auditivos

Resumo: Aline é Paratleta da cidade de Taubaté SP, pratica arremesso de dardo e disco,  está no esporte há mais ou menos 12 anos. É portadora de Mielomeningocele, e para não ficar parada optou pela academia e esportes.

Ela nos contou que antes de praticar atletismo, praticou também basquete sobre rodas.

Sobre os treinos durante a pandemia, ela nos contou que, tudo teve que ser adaptado, com que tinha em casa, ainda conseguiu algumas adaptações com a academia em que é patrocinada.Nos contou também  que antes tinha a rotina certinha de ir para o treino de musculação e campo, mas a parte de arremesso na prática, esta paralisado desde o começo da pandemia.

Aline não esteve participando da Rio2016, não conseguiu atingir o índice, e perguntei como foi aquilo, qual a sensação de assistir a tudo de longe sabendo que poderia estar la;sobre isso, ela nos contou que é bem complicado, que treina bastante para atingir o índice,mas muitas vezes outra pessoa que esta na mesma categoria tem mais chance de ir, mas nem sempre a pessoa esta inserida na categoria certa.

Perguntei também sobre a sensação e como fica o atleta em uma situação como a de Tóquio onde os jogos paralímpicos foram adiados,  como fica o psicológico, a preparação nesses casos, ela nos contou que é bem difícil final quer competir, quer mostrar o resultado, e que com ela mesmo já havia acontecido isso, ela estava com quase tudo preparado para uma competição em Fortaleza e caiu da cadeira e quebrou o fêmur, e com isso não pode viajar acontece, mas é complicado.

Ainda sobre as paralimpiadas de Tóquio, perguntamos oque podemos esperar, e qual o recado que ela tem a passar como atleta e como pessoa, ela nos respondeu que espera que realmente aconteça essas paralimpiadas e que traga visibilidade para o esporte adaptado, que as pessoas possam conhecer mais o esporte que é bem legal.

Eu encerrei agradecendo a participação incentivando a continuar e dizendo que ainda queremos cobrir uma competição dela, ela retornou agradecendo o espaço e disse que vamos que vamos que não pode parar.

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