O Hipismo não é uma modalidade disputada apenas nos jogos olímpicos, nos paralímpicos também, a regra é a mesma do hipismo olímpico, e é competido por paratletas de todo o mundo.
- Classe I: Predominantemente cadeirantes com pouco equilíbrio do tronco e/ou debilitação de funções em todos os quatro membros ou nenhum equilíbrio do tronco e bom funcionamento dos membros superiores.
- Classe II: Predominantemente cadeirantes ou aqueles com severa debilitação envolvendo o tronco e de leve a bom equilíbrio do tronco ou severa debilitação unilateral.
- Classe III: Predominantemente capaz de caminhar sem suporte, com moderada debilitação unilateral. Podem requerer o uso de cadeira de rodas para longas distâncias ou devido à pouca força. Atletas que têm total perda de vista em ambos olhos.
- Classe IV: Debilitação de um ou mais membros ou algum grau de deficiência visual.
É importante lembrar que não é só o cavaleiro que é premiado, afinal o objeto de destaque é todo do animal que na verdade é quem faz a maior parte do trabalho sujo, afinal é ele quem pula, salta, sobe e desce.
No Brasil, a disputa paralímpica será feito apenas no adestramento, tanto no individual quanto por equipes e devido acessibilidade os competidores terão adaptações ao material de montaria, e temos chance de medalhas , porém é complicado dizer que teremos o outro por ai, pois assim como no hipismo olímpico temos grandes adversário, e a Grã – Bretanha no paralímpico está na nossa bota, apesar do inglês Lee Person ser o recordista em medalhas, 12 no total, sendo 10 delas de ouro.