Por: Evelin Scandal
Campinas, cidade do interior paulista foi o berço da primeira bola de Goalball brasileira, o evento teste da bola foi feito neste sábado no CT Paralimpico.
Novidades no esporte adaptado, novidade no Goalbal e se é novidade, esta aqui também no Paradesportivo. foi realizado neste sábado no Centro de Treinamento Paralimpico em São Paulo um campeonato amistoso para o teste da bola de Goalbal fabricada no Brasil, durante o dia de hoje, sete times paulistas jogaram e tiveram suas impressões sobre a bola azul. Atualmente a bola de goalball oficial pesa cerca de 1250 kg e é feito de um material espesso, maciço e seu interior contém 2 guizos. A bola testada durante o longo do dia de hoje, além de ser um pouco mais leve, tem um material mais maleável, oque na opinião de muitos atletas não foi bem aceito, pois material maleável da forma que é, deforma bastante e não é tão ágil em algumas jogadas, além de conter apenas um guizo. O guizo que por sinal foi bastante elogiado tendo um som alto e claro, oque facilitou a localização. Para a Ala do Insep, Nelma Barbosa, além da satisfação de participar deste evento, ainda destacou que serão necessários apenas alguns ajustes para que ela se torne ideal,
“Primeiramente foi muito gratificante participar deste evento teste, estamos mais próximos do que imaginávamos de ter a tão sonhada bola de Goalball brasileira.
As minhas impressões sobre a bola foram as seguintes: a bola é um pouco mais leve, por isso o arremesso liso vai com um pouco mais de velocidade, já para o arremesso quicado, você precisa colocar um pouco mais de força para conseguir quicar a bola. Dá pra ouvir o som melhor, pois o guizo faz mais barulho, e o material da bola é um pouco mais mole.
Tenho certeza que somente com alguns ajustes, em breve teremos a utilização da bola brasileira.”
Já para a Ala direita do Cadevi, Halana Santos, a percepção foi pouco diferente, Halana acredita que para as caracteristicas feminina a bola se adequa bem, apesar de achar bem diferente e não quicar muito.
Para a treinadora da equipe do Insep Prof. Luciana Miler, ter uma bola com nacionalidade brasileira é uma conquista, uma oportunidade de difundir mais a modalidade;
“Evelyn, ter uma bola Brasileira primeiramente vejo como uma oportunidade em difundir cada vez mais a modalidade, além de dar oportunidade a outras instituições de aderirem a prática de Goalball, já que o custo tende a diminuir bastante comparado a aquisição da bola alemã.
Ainda precisa de pequenos ajustes como a questão de ter uma borracha um pouco mais mole que impede arremessos quicados altos, porém acredito que após esta adequação teremos um material basicamente igual a bola alemã, de alta qualidade e sobretudo acessível!
É uma conquista!”
Participaram deste evento teste, sete equipes ao total, são eles:
Masculino:
INSTITUTO ATHLON
ADV – VALE
INSEP
CADEVI
FEMINO:
INSTITUTO ATHLON
APADV
INSEP
AINDA SOBRE O GOALBALL
A seleção Brasileira de Goalball feminino disputa a COPA MALMO disputada na Suécia, a seleção vai encarar a semi final com as atuais campeãs do mundo Turquia,
Para chegar à semi, o Brasil venceu seus dois jogos válidos pela segunda rodada. Primeiro, elas ganharam da Dinamarca por 8 a 5. Jéssica e Carol fizeram três gols cada. Kátia também carimbou o fundo da rede e as rivais ainda cederam um gol contra. Depois, Canadá: 10 a 4. Novamente, Jéssica e Carol anotaram três tentos cada uma. Dani Longhini fez dois gols, e Kátia e Gaby fecharam a conta.
Informações da CBDV
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